PSIQUISMO FETAL
"UM PSIQUISMO POUCO INVESTIGADO"
"É no corpo da mãe que o homem conhece o universo, com o nascimento, esquece-o".
Martin Buber
"Se não for perturbada, a regressão não se interrompe na mãe; ela vai além para atingir, por assim dizer, um eterno feminismo pré-natal".
C. G. Jung
INTRODUÇÃO
Este trabalho é um incentivo ao estudo, investigação e à quebra de resistência ao reconhecimento da existência do psiquismo fetal. É para dizer, também, da minha renúncia à palavra "fetal" por "bebê em gestação" que, a mim, me parece estar bem mais próxima da vida real e, oferecer à nossa consciência, maior e melhor respeito a um ser indefeso por si, que, muitas vezes, conforme denúncias e pesquisas, está sujeito à "Síndrome do abandono interno", espancamento e filicídio por alguns que não refletem sobre as consequências de seus atos. Sinalizar que não devemos nos fixar somente no pós-natal, alicerçando-me, principalmente, nas "Conferências de Amsterdã - Holanda" em que os grandes líderes mundiais (físicos, arquitetos, cientistas, psicólogos, médicos, empresários, etc) debatendo "Economia Globalizada", enfatizaram, entre outros, que um dos maiores vícios é a "idéia fixa" e que o conhecimento numa só direção "afunila" e não se "integra" por falta de abrangência. Adianto, nesta introdução, que o desenvolvimento do tema proposto está fundamentado nas leituras a que me dediquei, do doutor e psicanalista argentino, Arnaldo Rascoswki, e os encaixes complementares dos doutores e psicanalistas Jacques Lacan, Sigmund Freud, Melanie Klein, Chaim Samuel Katz e do psiquiatra Rollando O. Benenzon.

Atendendo a ordenação do meu pensar e refletir sobre o desenvolvimento que se segue, Psiquismo do bebê em gestação, evoco, de início, a "mãe e mulher", berço inicial de todos nós e que Frazer reconhece no tabu da mãe a lei primordial da humanidade.
DESENVOLVIMENTO

Lacan, ao se reportar à "identificação feminina", admite a representação simbólica da mulher como inalcançável, todavia conquistada "via maternidade" somente enquanto mãe, por isso a idealizamos.

No meu entendimento, a mulher se remete à maternidade para vivenciar todo o processo geracional e de se sentir mãe e mulher.

Essa fusão de sentimentos, difícil de ratear, parece-me que se constitui na dificuldade do homem em resgatar a mulher durante e após a gestação, originando obstáculo no relacionamento devido ao incremento do ciúme paterno na relação mãe-filho que está a toda, excluindo, temporariamente ou sempre, o homem da relação triangular, conforme Rascowski. Quando esse desejo à maternidade é retardado por circunstâncias diversas que a sociedade impõe, obriga-se a mulher a planejar a concepção, substituindo, assim, o seu momento de realização do seu desejo natural.

Esse desejo natural, que soe acontecer em algum momento de sua vida, predispõe a mulher ao equilíbrio emocional saudável diante do pré-natal e dota-lhe de afetos mais intensos, capazes de ligá-la internamente ao bebê em gestação e de absorver as reações agressivas do bebê pós-natal, frente às frustrações da nova realidade. O bebê em gestação não é um ser que vem do nada, mas da fusão óvulo-espermatozóide, que já trazem consigo os traços genéticos dos seus antepassados que participarão do seu processo de desenvolvimento e evolução. Em se tratando do aspecto evolutivo, que é o propósito deste tema - Psiquismo do bebê em gestação - a sua organização psíquica é presenteada com protofantasias geneticamente herdadas que constituem os seus objetos internos ou ideais e, também, um ego, embora frágil e não coeso, mas em condições de adaptar-se ao mundo externo real já quando prematuro.

É oportuno o encaixe da citação de Freud, no que se refere às representações internas no id, o qual "constitui o primitivo ambiente do ego, onde se desenvolve a herança, isto é, o acervo de representações herdadas".

A relação ego-objetos internos ou ideais se sustenta devido às características bidimensionais dos referidos objetos e a um ego perceptor com visão monofocal.

Essa dinâmica ego - perceptor - objetos internos ou ideais e percepção monofocal, permanece no período de vida intra-uterina. Com o nascimento, essa percepção interna é reprimida quando se estabelece a repressão primária, originando a percepção externa bifocal a fim de captar a tridimensionalidade dos objetos externos ou reais e sua presença temporal.

Essa transformação de percepção interna ótica monofocal em externa ótica bifocal tem origem filogenética no curso da evolução da espécie.

Essa relação pré-natal - bebê em gestação - do ego-objetos internos ou ideais é muito intensa devido à não interferência da realidade externa, que suprida pela mãe através do cordão umbilical, conduz Rascowski a caracterizá-la de "posição autista".

Alicerçado nas minhas leituras, faço o encaixe do psicanalista José Bleger que nos diz: "da existência muito precoce de uma posição anterior a esquizo-paranóide, chamei de glischro-cárica (viscoso-núcleo) ou pré-esquizóide e cuja extensão e domínio no tempo, bem como o período intra-extra-uterino (grifo é meu) a que corresponde não posso fixar. Nesta posição glischro-cárica ou pré-esquizóide as ansiedades são poderosas e maciças, consequência da grande debilidade e falta de coesão do ego".

No meu entendimento, Bleger sugere que a posição glischro-cárica ou pré-esquizóide é também existente no período intra-uterino, bebê em gestação, que antecede ao nascimento, momento em que a mãe está contaminada de expectativas, fantasias e ansiedades antes do parto e que se refletirão no ego do bebê em gestação. Julgo oportuno esclarecer também o que nos diz o psicanalista Chaim Samuel Katz no seu acompanhamento crítico dos ensaios de Rascowski sobre o "Filicídio" que, fundamentado na obra de Melanie Klein - Posição e Objeto -, define 'posição' como "uma configuração de relações objetais, das ansiedades que elas provocam e das defesas que o bebê erige, mas que nela prevalecerão pelo resto da vida".

Retomando a vida intra-uterina, há livres fluxos dos conteúdos e cargas psíquicas id-ego e do suprimento de alimentos, oxigênio, calor, etc., via umbilical, os quais conferem ao ego a característica de ego ideal, originando os mecanismos de idealização, onipotência, nem sempre aceitos como pré-natais e mágicos. Enfatizo como de suma importância em nossas observações, na clínica, a utilização do pensamento mágico por parte de pacientes, conseqüência dos seus fracassos de adaptação à realidade.

A definição de magia em alguns dicionários é de uma arte mágica: religião dos magos, suposta arte de produzir certos efeitos contrariando a ordem natural, feitiçaria, encanto, fascinação.

Outras definições merecem mais atenção, como a de Taylor: "como confundir uma relação ideal com uma relação real". A de Frazer: "como o homem confunde a ordem de suas idéias com a ordem da natureza e, portanto, imagina que o controle que tem ou supõe ter sobre seus pensamentos lhe permite exercer um domínio sobre as coisas".

A eficiência da relação mágica se explica então pelo exclusivo caráter ideal dos objetos.

A magia é o mecanismo efetivo da relação do ego pré-natal com seu mundo que é o id.

A persistência desse mecanismo aplicado aos objetos reais, com suas características espaciais de tridimensão e ordem temporal, é inoperante e constitui o processo regressivo que sustenta o sujeito frente aos obstáculos do mundo real. Diz Rascowski que o pensamento mágico é o pensamento arcaico e inicial e se faz possível mediante a regência de processos de idealização e onipotência. Suas leis operantes, a saber, de contato e simpatia, são as que explicam a comunicação entre as representações existentes no id e sua reprodução no ego.

Frazer diz que "os ramos da magia homeopática e contagiosa podem ser compreendidos pelo nome geral de magia simpatética, posto que ambas estabelecem que as coisas se atraem reciprocamente à distância, mediante uma atração secreta, uma simpatia oculta, cujo impulso é transmitido de uma à outra distância do que podemos conceber como uma classe de éter invisível".

O conto de ficção Pata de Macaco, de W.W. Jacobs, nos oferece, com nitidez, detalhes do processo de regressão com seus mecanismos mágicos. O id é o ambiente primitivo que sustenta o desenvolvimento do ego, onde está seu ideal, isto é, ideal do ego. A identificação com o ideal do ego, no período pré-natal, é governada, ao que se supõe, pelas leis mágicas de contato e simpatia. Ainda nas condições pré-natais, a presença e circunstância de um ego ideal mantém vivo o ideal do ego, ou seja, um padrão de reprodução id-ego.

Com o nascimento, vida pós-natal, e o estabelecimento da repressão primária, o ego então se dissocia devido à interrupção do livre fluxo de conteúdos e cargas psíquicas id-ego. Uma parte, então, se volta para o mundo externo na conquista de objetos reais equivalentes e a outra ainda continua, menos dual, se relacionando com os seus objetos internos ou ideais. Vemos, assim, a evolução do psiquismo.

Também, nesse momento, conforme Melanie Klein, o instinto dual de vida e de morte, e a presença da grande fonte angustiosa do nascimento, incrementa o instinto de morte, impulsionando o ego a tentar eliminar a ansiedade através dos seus mecanismos de defesa, como a clivagem que transforma o Thanatos em projeção e conversão que se processa no seio e se transforma em agressão contra a ameaça no ego, respectivamente.

Enquanto no período pré-natal há o equilíbrio tensional que se coloca no psiquismo como o "princípio de Nirvana", agora inicia-se a busca do equilíbrio homeostase no pós-natal, com um ego também efetor.

Essa mudança de objetos ideais para objetos reais, com suas características bidimensionais e plásticas e suas tridimensões espaciais e uma temporal, respectivamente, o ideal do ego começa a integrar-se com os aspectos antagônicos censores e frustrantes do superego.

Esse movimento conduz à evolução do psiquismo através da passagem para novas posições, seja da autista para a esquizoparanóide e/ou com a presença da glischro-cárica ou pré-esquizóide.

Rascowski nos oferece os fenômenos visuais e acústicos como de valiosa importância, uma vez que os primeiros estão orientados para o mundo interno e os últimos o comunicam com o mundo externo, através do ego perceptor.

O nascimento e sua fonte angustiosa promovem a evolução e transformação na sua organização psíquica, tais como:

  • Ego não mais apenas perceptor, porém efetor.
  • Ego dissociado com relação mais intensa aos objetos externos reais com características espaciais tridimensional e temporal.
  • O ideal do ego contaminado com as características sádicas e frustrantes do superego.
  • Mudança da percepção interna monofocal para percepção externa bifocal.
  • Evolução da posição autista à posição esquizoparanóide.
  • Incremento do instinto de morte que se transforma em projeção e conversão.
  • Amnésia de tudo que ocorre no período pré-natal.
  • Pretendemos oferecer continuidade de nossas leituras e conhecimento.
Durval A. D. Lomba (CRP 08/0004) - Pedagogo, Educador, Psicólogo, Psicoterapeuta, pós-graduado, mestre, ex-professor das Universidades Federal do Paraná, PUC-PR e Tuiuti.
COLABORARAM
Vera Regina A. Lomba (CRP 08/03929) - Psicóloga, psicoterapeuta e psicodramatista.

Yeda Lúcia A. Lomba (CRP 08/00842)- Psicóloga, psicoterapeuta, pós-graduada em Sexualidade Humana.
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PSIQUISMO FETAL

"BEBÊ EM GESTAÇÃO"

INTRODUÇÃO
Este trabalho refere-se ao fenômeno do duplo e sua relação com o psiquismo fetal e, também, ao significado da "Couvade" e sua importância na relação triangular. Os dois objetivos estão fundamentados em citações de Jung, Freud, Winnicott, Rascowski, Mujica e Rank, sendo que os três últimos ampliaram a minha ótica no tratamento psicológico.


DESENVOLVIMENTO
Privilegio inicialmente, Jung, ao falar sobre o inconsciente coletivo, onde "a energia psíquica regredindo, reativa o inconsciente pessoal e pode ultrapassar mesmo as reminiscências infantis mais precoces, reavivando na época pré-infantil os resquícios não superados pelo ego. Estes, embora sendo frágeis, rejeitados durante o fluxo id-ego na vida intra-uterina, criam, posteriormente, fantasmas percebidos como reais".

Rank se refere aos duplos: "idênticos", "anteriores" e "oposto", representantes desses fantasmas, sendo que o "idêntico" (sombra, reflexo) é conveniente a uma crença de sobrevivência pessoal do futuro. Já o "anterior", é relacionado à juventude que não quer ser abandonada, e finalmente o "oposto", é a parte persecutória e mortal da personalidade atual que é repudiada.

Freud e Rank atribuem o fenômeno duplo a um estádio muito primitivo da evolução ontogenética do "Eu", correspondente ao "protonarcisismo original", vinculado à etapas da evolução filogenética e cultural. Neste trabalho, valorizo o que nos diz Winnicott que "ilusionar" é "realizar" e "viver juntos", quando não há interferência da mãe sobre o filho. Esclareço que "ilusionar" seria a apreciação dos objetos reais com suas características tridimensionais espaciais e temporal, enquanto o "desilusionar" é o "não realizar", quando há interferência da mãe sobre o filho, é ligar-se aos objetos ideais com suas características bidimensionais e espaciais que criam como mecanismo de contato um "falso" Eu, devido à falta de adequação com a realidade.

Para compreensão do "duplo", através da percepção de Winnicott, comento alguns dados sobre a novela Frankenstein, que guarda entre si uma relação de "duplos", onde um representa o "núcleo fetal do Eu", e o outro, o "núcleo oral do Eu". Esta novela foi escrita por Mary Shelley.

O principal conteúdo manifesto corresponde à biografia do Dr. Victor Frankenstein, e o outro, do monstro fabricado por ele. Aqui há uma dissociação e, depois, ao pôr-se em contato, inicia-se uma luta entre eles.

O interesse que esta novela nos desperta, em relação ao "duplo" é a transtrocação de papéis. O personagem "bom" possuía características de magia, onipotência, negação e idealização, e atuava em relação a objetos muito primitivos, enquanto o personagem "mau" procurava contatos objetais que, ao realizá-los, se convertem em mortais, pelo incremento agressivo e pela conseqüência das frustrações impostas pelo "bom".

A relação exclusiva com objetos bidimensionais que estabelecia o "bom", permitia uma descarga agressiva escassa, e o "mau", devia fazer-se a cargo de toda agressividade. Em termos de etapas de evolução, o Eu "mau" corresponde ao núcleo oral insatisfeito, e o "bom" ao núcleo fetal do Eu. Assim compreendemos o conceito de "Eu autêntico" e de "falso Eu" de Winnicott. O "falso Eu" é Frankenstein e o "Eu autêntico", que pode se comunicar com objetos externos reais, é representado pelo monstro.

Outro exemplo é a vida do escritor Maupassant com o seu duplo.

O Significado da ''Couvade" É uma palavra pouco conhecida, a não ser, principalmente, pelos antropólogos e os estudiosos de Lacan. "É um costume em diferentes culturas" que consiste, conforme Frazer, em dois costumes, onde um é referente a aceitação pelo pai em benefício do recém-nascido, para evitar tudo que possa feri-lo através de uma estreita dieta, e o outro, na simulação do trabalho de parto durante as dores do parto real e o regime do pai. A "Couvade" poderá ter sido a que permitiu ao pai identificar-se com sua mãe e mulher, para superar o impulso de agressão contra a progênie e a capacidade de assumir, realmente, a função de pai.


CONCLUSÃO
Quanto ao duplo assinalo apenas a sua relação com o psiquismo fetal, o que nos conduz a ampliar os nossos conhecimentos da vida intra-uterina, bem como o ilusionar e o desilusionar.

Já a "Couvade", eu faço uma comparação com os mitos que Rank conceitua, destacando os seus elementos comuns, "em que um está ligado à origem dos heróis, ao seu nascimento, precedido por dificuldades que atormentam a vida dos pais contra o nascimento dos filhos, e o outro, à profecia que adverte os pais contra o nascimento do filho, que porá em perigo a vida da mãe e ameaçará o pai e até a prosperidade do seu reino".

Aceito a "Couvade" como acontecimento real, que flutua de acordo com as transformações sociais, sem perder as sustentações, como a inclusão do filho na vida afetiva dos pais, bem como o resgate, por parte do pai, da sua mulher como objeto sexual genital, enquanto o mito está encarnado em nós, e significa uma abstração de um todo que transmite uma mensagem histórica com dimensões psicológicas, carregadas de tensões e ansiedades do grupo ligado ao herói da narração, e com ele identificado".

Na minha experiência, observo que a não inclusão do filho na vida afetiva dos pais, e o não resgate, por parte do pai, da sua mulher como objeto sexual genital, traz conseqüências graves, tais como turbulência familiar, porque o pai, sentindo-se frustrado por não ter a capacidade de assumir a sua função, regride e começa a vivenciar a sua infância, levando-o ao ciúme, sedução e exploração sexual dos filhos e até, ao filicídio, que está cada vez mais se intensificando.

Agradeço ao Doutor Paciornick, médico; à minha colega de turma, pioneira, psicóloga Gentila Carneiro, pelos comentários e referência à fundamentação. Também à psicóloga Danielle Baunassar, de Londrina, pelo convite para inclusão da palestra e de curso no evento "A Relação mãe-bebê e suas implicações no desenvolvimento". Aos colegas de outros municípios e estados a quem remeti o primeiro artigo.

-Os grifos são de minha autoria.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FREUD, S. "Lo Siniestro" Obras Completas. Tomo XVIII. Buenos Aires. Santiago Rueda. 1954.
Idem. "El yo e el ello" Obras Completas. Tomo X, Buenos Aires. Santiago Rueda, 1953.
PLATA, MUJICA. El yo como doble dei ello. Rev.de Psicoanalises.
RANK, O. Der Deppelganger. Imago. Rio de Janeiro, 1914.
RASCOWSKI, A. Investigação Psicanalítica sobre o desenvolvimento primitivo do indivíduo. Buenos Aires. 1977.
VEIL, PIERRE. Fronteiras da Regressão. Vozes. Petrópolis. 1982.
WINNICOTT, D. W. "Desarollo emocional primitivo". Revista de Psicoanalise. 1948.
Durval A. D. Lomba (CRP 08/0004) - Pedagogo, Educador, Psicólogo, Psicoterapeuta, pós-graduado, mestre, ex-professor das Universidades Federal do Paraná, PUC-PR e Tuiuti.

COLABORARAM
Yeda Lúcia Aboudib Lomba (CRP 08/00842) - Psicóloga, psicoterapeuta. pós-graduada em Sexualidade Humana.
Vera Regina Aboudib Lomba (CRP O8/0392) - Psicóloga, psicoterapeuta e psicodramatista.

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"Psiquismo fetal - bebê em gestação"
Teoria na Prática N° 105 / Jul/Ago 2002 / Publicação do Conselho Regional de Psicologia do Paraná - Suplemento especial da revista Contato.

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